quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Biótipos

Já todas ouvimos falar em tipos de corpo, em ampulhetas, maçãs, pêras... E muitas asneiras a este respeito: que não existem tipos de corpo, ou que é uma coisa que se vê a olho e por isso relativa, que não é exacto, etc.

 
Pois está tudo errado!

Na semana passada na Creative Academy tivemos a aula de biótipos e foi uma aula para lá de gira!

Os tipos de corpo existem e só muito raramente se vê a olho o biótipo de alguém. É uma avaliação científica, na medida em que obedece a um método que recorre a instrumentos mensuráveis.

E de facto, muitos corpos enganam! Parecem uma coisa, mas depois da avaliação verifica-se que são outra.

E claro que isto tem imensa influência no tipo de roupa que a pessoa deve vestir e no estilo que deve adoptar.

Para além disso, e ao contrário do que se pensa, não é uma avaliação absoluta! Na verdade, podemos ter vários tipos de corpo ao longo da nossa vida.

O que importa, sempre, é aprender a encontrar um equilíbrio visual.





2 comentários:

  1. os tipos de corpo existem,e sim da pra ver a olho nú eu vejo vários tipos de corpo mas o que eu mais vejo por ai é o triangulo invertido e pera.raramente se ve ampulhetas por causa das calças jeans que as mulheres usam apertado e de tamanho errado.meu corpo sempre foi ampulheta e nunca mudou.é impossivel o formato do corpo mudar é uma questão de estrutura óssea.pronto falei.

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    1. Eu não disse que não dava para ver. Quando são muito óbvios, são-no, mas isso é raro. Muitas vezes parecem ovais, muitas pêras e muitas pêras, ampulhetas, simplesmente porque são menos evidentes.

      O formato do corpo, para a Consultoria de Imagem e de acordo com esta avaliação de que falo, pode perfeitamente mudar, precisamente porque não andamos a medir esqueletos, mas sim pessoas.

      A estrutura óssea de uma mulher até pode ser de uma ampulheta, mas se por acaso engorda e a sua gordura vai toda para a parte inferior do corpo, esta mulher terá eventualmente o formato de pêra, sem que isso tenha a ver com os seus ossos.

      Mais ainda, dou-lhe o meu exemplo.

      Tive a minha adolescência toda o formato ampulheta, fui mãe e achei que estava oval - na aula fizémos a avaliação com as devidas medições e afinal estou com um formato de pêra. Não é super evidente a olho nu, mas os números não mentem.
      Bastou saber isso para agir em conformidade e...voilá! Esta semana os kits favoreceram-me muito mais.
      Como vê, nem é uma questão pura de ossos, nem é um dogma: a mulher, efectivamente, pode mudar o seu tipo de corpo.

      Concordo consigo na medida em que muitas pessoas vestem o tamanho errado, que não as favorece mais, mas isso não é suficiente para alterar a forma de um corpo.

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